A pior coisa que o movimento LGBT faz é perverter a ordem do prisma do arco-íris, apossuindo-se de um elemento universal e maravilhoso para propagar algo apenas acidental.
Celebram a igualdade do que é diferente, e a diferença do que é igual, confeccionando um caos aparentemente irreversível.
Mas o arco-íris é a harmonia da diferença, um breve momento de igualdade nenhuma, revelação sob um único princípio divino e ordenador que oculta-se, mas não tanto.