Our main religion is a cofusion, but a very other the most important confusion; merely against it the
new "hippies"dont found easy their ideas.And - not enought Jesus in Egypt - the enigmatic "simplicity" of the Catholic Church words is entire Tomas Aquinas, a thought who nobody so easy understand as many his oponnents, and whom C.G Jung has for a secret alchemist.(...) Et cetera.
online philosophical notebook/discussions per email: magalhaesem@stud.sbg.ac.at/whatsapp philosophical group: mail me //subscribe also to my channel:https://www.youtube.com/channel/UCugFpnImXbT4sFi8ZcqO5sg?view_as=subscriber
Tuesday, April 2, 2013
Thursday, March 28, 2013
Arquétipos de Rebelião
Nossa sociedade é moralmente fundada em dois rebeldes ao seu modo especiais: Cristo e Sócrates. Mas funda-se neles ora com demasiado receio, ora com arrogância, pois com dúvida ou abuso sobre o que de fato são. De modo que o tempo presente é o mais confuso de todos: a tirania da rebelião, e a rebelião contra a tirania entralaçam-se confusamente. Hoje Cristo morre por todos; Sócrates avança confiante na barca da Morte; Odisseu torna-se ninguém para o Cíclope e o vence imune.
Quem os entenderá? Ninguém. Mas que ninguém se sinta no direito de comportar-se nun cotidiano "tanto faz":
"Here in Dreamland we will not awake!"- parodia para a massa o moderno poeta bacante!
http://youtu.be/uH0SX8Knseo
Friday, February 15, 2013
Novidade e Repeti'ção (Estrutura ontológica da relação)
Ser é criar. Mas ser é repetir. O ser cria o ser mas repete-se naquilo que criou. Ser o ser é a corajem de criar sobre o que se eternamente repete, de criar no perigo de APENAS se repetir.
O ser repetido é uma fatalidade do material.Sua essência é conservar-se, e assim desafia a criação.
A criação, por seu turno, é a negação formadora, o que opõe o ser existencial - o unico experimentador do novo, e por isso único entediado - à resistência pétrea do repetente, do ser que se conserva, do material sujeito a ser repetido novamente.
O desespero pela originalidade do novo, só existe no desespero do tédio. Propriamente dito, o tédio é uma perversão da repetição, enquanto incompreendida, um enjôo que delira sobre a novidade.
A relação de incompreensão recíproca do novo e do repetido provoca um novo-ôco, que sobretudo não permanece novo; não permanece novo, isto é, não se conserva como o sendo do ser, justamente pela má compreensão da repetição.
O ovo oco, não gera ovo.
O ser repetido é uma fatalidade do material.Sua essência é conservar-se, e assim desafia a criação.
A criação, por seu turno, é a negação formadora, o que opõe o ser existencial - o unico experimentador do novo, e por isso único entediado - à resistência pétrea do repetente, do ser que se conserva, do material sujeito a ser repetido novamente.
O desespero pela originalidade do novo, só existe no desespero do tédio. Propriamente dito, o tédio é uma perversão da repetição, enquanto incompreendida, um enjôo que delira sobre a novidade.
A relação de incompreensão recíproca do novo e do repetido provoca um novo-ôco, que sobretudo não permanece novo; não permanece novo, isto é, não se conserva como o sendo do ser, justamente pela má compreensão da repetição.
O ovo oco, não gera ovo.
Friday, February 8, 2013
Arte / Profissional
Parece haver uma incompatibilidade fundamental entre a categoria do estético,
que a nossa arte empunha de modo convalescente, e a do "profissional" , sob
a qual tudo estampa-se de um carimbo mal forjado do fim de ser.
Justamente o design do estético, em um sentido pejorativo deste, é o mais bem cunhado
pelo fábrica numérica, de certo modo trágico-necessária, do profissional.
O tempo estético, o tempo de curvas, idas e retornos sobre si mesmo, o tempo do devaneio enfim; o próprio tempo, é recrutado sem diálogo pelo profissional.
O profissional, pelo menos em arte, já exacerbou a competência, e sua perfeição é pobre cor digital do dvd, não jamais a diletância do vivido pau-brasil...
que a nossa arte empunha de modo convalescente, e a do "profissional" , sob
a qual tudo estampa-se de um carimbo mal forjado do fim de ser.
Justamente o design do estético, em um sentido pejorativo deste, é o mais bem cunhado
pelo fábrica numérica, de certo modo trágico-necessária, do profissional.
O tempo estético, o tempo de curvas, idas e retornos sobre si mesmo, o tempo do devaneio enfim; o próprio tempo, é recrutado sem diálogo pelo profissional.
O profissional, pelo menos em arte, já exacerbou a competência, e sua perfeição é pobre cor digital do dvd, não jamais a diletância do vivido pau-brasil...
Friday, February 1, 2013
Erudição/Clássico...
A vivência da "formação clássica", e da sua proposta intensa, está fora disso tudo, e só vem à tona quando tivermos tempo para seu luxo - ou nos momentos em que roubamos do futuro um momento. Requer uma "paciência ativa", e não tem muito a ver com o imediato desse mundo. O cetro do grau acadêmico está cada vez mais banal, e isso que dizer: cada um sabe de seu mérito, dentro ou fora do grau; mas, como dinheiro, não deixam de incondicionalmente tê-lo ou querê-lo...
Sunday, January 27, 2013
Ausnahme
"Wenn du eine Beziehung hast, öffentliche sowie in deine Facebook steht, und das in derselbe Öffentlichkeit mit anderen betrügst, dann bitte mach es mir so damit ich nichts davon weiss, sonst werde ich leicht zur Luge gezwungen werden. Noch dazu werde ich angesichts einer widersprechenden Sicht des Liebes sein! Jede moralische Ausnahme soll privat gemacht und bewertet werden, sonst die Anderen werden bestimmt das falsch nachähmem können!"
Saturday, January 12, 2013
To like
Since ancient times the life can be [ always on the same way ] rich and creative. The very reason of the facebook is the victory of the absurd on the romanticism:'to like' can be the symbol of the closer danger of a anemic silence; on the quantitative logic of the industry the more poor participation. As a moral the numer lies... As a numer the moral dies.
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Devemos ser gratos pelo Ser estar sendo e funcionando a todo momento, sem te cobrar nada em troca.Sentir isto é uma forma de afinar e vibra...
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Fácil pensar em morrer quando estamos no pior. Fácil pensar em viver quando estamos no melhor. Mas que tipo raro de felicidade lembraria ...
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Em geral, o melhor uso que podemos atribuir à introduções e comentários em filosofia e áreas afins é o de , através da imperfeição, provocar...
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Uma música que não chama a atenção para si é banal; uma música que mesmo a um ouvinte formado em música exige atenção demais é pedante.