Há um perigo especializar-se num filosófo conservador e tomar isso por filosofia, e não isto ao que ele abre e não é alcançável por ele mesmo.
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Outro erro é não entender que várias coisas extrínsecas a um discurso seguro pedem por serem experimentadas até certo ponto, mesmo caso seja de as criticarmos radicalmente.
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Tais adjetivos são sempre sobretudo políticos, e acompanham o mundo: pois no pensar mesmo, ou há demais caos e movimento, ou é tudo muito mais eterno e estático - inacessível
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Há sobretudo o pensar, não o pensar conservador, nem o "revolucionário", vanguardista.
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O pensar é mais especial quando não se especializa; não como uma caricia localizada, mas como um abraço que toma o corpo todo e mais que isso.
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