"Doce o precipício de escorregar pelo outro!
Doce cólica de melancolia.
Doce tempo em que abre-se ao sono!
Doce volta pela neblina.
Ai ânsia de beijos,
Ai ânsia de alguém!"
Disso faz teus poemas, homem reverso;
mas neles esperes ninguém.
A beleza sempre só.
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