Há dois tipos de textos perigosos. Um é o "claro demais". Ele confunde o leitor ao substituir a validade lógica pela clareza gramatical. Por exemplo: alguns guia-mágicos de investimento. O outro é o "obscuro demais". Ele permite ao leitor enganar a si mesmo ao ler, pois o escritor mesmo se escondeu ao escrever, ou por que o leitor mesmo não atinge os conceitos e a metalinguagem do texto ( sua terminologia e modo de resumir). Estes são em geral textos religiosos, filosóficos, e poéticos.
A clareza, ou a obscuridade, do material da comunicação ( a gramática como asseguradora do possível da comunicação, e a gramática implícita da metalinguagem, como da ordem de um funcionamento mais variável e mental) não podem ser confundidas com a clareza da verdade, ou obscuridade da mentira.
O aforismo, por outro lado - que tenta sempre limitar-se a um só pensamento - e sobretudo ao não agarrar ou prender o leitor, não faz mais que tentar direcionar o olhar do leitor aos conteúdos exteriores e interiores de sua própria observação...
online philosophical notebook/discussions per email: magalhaesem@stud.sbg.ac.at/whatsapp philosophical group: mail me //subscribe also to my channel:https://www.youtube.com/channel/UCugFpnImXbT4sFi8ZcqO5sg?view_as=subscriber
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
Devemos ser gratos pelo Ser estar sendo e funcionando a todo momento, sem te cobrar nada em troca.Sentir isto é uma forma de afinar e vibra...
-
Uma música que não chama a atenção para si é banal; uma música que mesmo a um ouvinte formado em música exige atenção demais é pedante.
-
Em geral, o melhor uso que podemos atribuir à introduções e comentários em filosofia e áreas afins é o de , através da imperfeição, provocar...
-
Fácil pensar em morrer quando estamos no pior. Fácil pensar em viver quando estamos no melhor. Mas que tipo raro de felicidade lembraria ...
No comments:
Post a Comment